Caros Associados

Aproxima-se mais um Natal e com ele o frenesim das compras, dos ensejos e desejos, dos votos que se dão e se recebem, da Família, e sobretudo do Amor e da Tolerância.

É um tempo que perdura no tempo e nos envolve num novelo de paz.

É uma época de efusiva alegria e ao mesmo tempo de saudosa tristeza, traduzida quase sempre no vazio de uma cadeira na mesa da consoada. Nada que não seja superado, nessa noite de brilho, através dos sorrisos das crianças, do olhar doce dos avós, do afago fraterno dos abraços, no abrir os presentes pedidos ao Pai Natal, e sobretudo pela união sentida de uma família, tal como a do presépio que se montou no canto da sala por baixo da árvore decorada, onde o Menino Jesus é o centro das atenções, rodeado de Maria e José, onde não faltam a vaca e o burro, os três Reis Magos, os pastores e muitas ovelhinhas. Há sempre alguém que lembra que o Natal não é o Pai Natal.

É no Natal que sentimos um impulso redobrado em estar mais perto dos nossos doentes, visitá-los nos hospitais, nos lares, nos centros de dia, e mesmo na sua residência.

A palavra solidariedade assume nesta época o seu auge de importância, quando nos dispomos a um voluntariado aceite e desprovido de outro interesse, que não seja o dever de servir.

Que cada família viva este Natal num bem estar de Amor e de Paz.

Que o Ano Novo seja mesmo, em tudo, um Ano Novo.

São os Votos da Direcção, Delegações e restantes Órgãos Sociais.