Em 1404 o Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira doou-o, assim como aos bens que tinha nessa região, ao Convento do Carmo, Ordem Religiosa de que era Mestre.

Já no início do século XVIII foi ampliado mas não tardou a sofrer novas obras pois o terramoto de 1755 causou-lhe grandes estragos. No início do século XX foi igualmente utilizado para o descasque do arroz.

O Moinho de Corroios, também conhecido por Moinho do Castelo, é dos raros que se mantém em funcionamento na área do Estuário do Tejo.

É propriedade da Câmara Municipal do Seixal, que assumiu o seu restauro e assegura o seu funcionamento como Ecomuseu.